SUCRALOSE faz bem ou mal?
SUCRALOSE faz bem ou mal?

SUCRALOSE faz bem ou mal?

Vinda da cana de açúcar, assim como o açúcar, a sucralose é um adoçante artificial e altamente alterado em laboratório. Um composto sintético, com capacidade de adoçar 600 vezes mais que a sacarose.
A conclusão final de um longo estudo realizado em Israel diz que a sucralose ataca um sistema muito importante, provando assim que este adoçante realmente faz mal a saúde.
Todos nós temos no intestino micro organismos saudáveis, ou seja, a chamada flora intestinal. As substâncias criadas para substituir o açúcar (adoçantes) acabam por destruir nossa flora, trazendo com isso muitos problemas de saúde como:

• Disfunções de memória;
• Dificuldade de concentração;
• Tontura, vertigens, até mesmo desmaios;
• Problemas digestivos e estomacais;
• Excesso de gases;
• Náuseas.

Esse fato também leva a sérias alterações na maneira que o sistema digere o açúcar no organismo. Quando o nível de açúcar no sangue sobe, pode resultar em diabetes.
Uma pesquisa bem atual realizada por professores em uma Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) diz que, quando utilizamos a sucralose em bebidas quentes também podemos ter sérios problemas de saúde. Devido ao aquecimento, as moléculas do adoçante se reorganizam devido ao contato com a alta temperatura, surgindo assim compostos tóxicos para nosso corpo.
Ainda no meio de todas as substâncias encontradas nessa pesquisa, fizeram-se presentes os chamados HPAs, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, compostos considerados cancerígenos. Outro componente liberado foi o ácido clorídrico, que pode até levar a morte se ingerido em quantidades exageradas.
Por isso, sugiro que prestem muita atenção no uso da sucralose na cozinha, nas receitas de doces e bolos, pois os fornos sempre passam de 90°C, podendo alcançar até 200°C, causando a formação destas substâncias tóxicas para nosso corpo.
Existem no mercado alternativas mais saudáveis para adoçar o seu chá ou café, sem medo dos efeitos paralelos.
Minhas recomendações são a Stévia, que é produzido através de uma planta e o Xilitol extraído da casca de bétulas e de outros vegetais fibrosos.

Nutricionista: Mônica R. Pohlenz Stolarski
CRN8 6467
Especialista em Nutrição Clinica e alimentação institucional.

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