Vai uma limonada aí?

Neste calor com certeza cai super bem. Ainda mais colhido fresquinho do pé. No mês de fevereiro temos a época de fartura desse fruto que pode ser considerado o rei dos frutos curativos. Vamos conhecer um pouco mais sobre o limão, a verdadeira joia da natureza? Então vêm comigo!

É realmente impressionante a quantidade e variedade das suas aplicações na nossa saúde. O limão ajuda a melhorar nossa imunidade. É um ótimo aliado no combate a gripes e resfriados. Desintoxica o organismo, ajuda a emagrecer e melhora a aparência da pele. Ainda ajuda a facilitar a digestão e regular a absorção dos açúcares pela presença de fibras solúveis, como a pectina.

100g de limão possui, em média, apenas 24 calorias, e os seus benefícios podem ser obtidos usando tanto o suco como as raspas da casca que é rica em óleos essenciais.

No entanto, muitas pessoas tendem a repudiá-lo, quando pensam no seu gosto azedo, e a minimizar as suas virtudes, tanto na manutenção e recuperação da saúde, quanto ao seu valor nutricional e possibilidades múltiplas de utilização culinária. Esta atitude se instalou pela suposição de que ele é agressivo para o estômago, que pode acidificar o sangue, descalcificar e enfraquecer o organismo…

Ora, nada mais falso e oposto à realidade. “Ah mas eu tenho gastrite não posso consumir limão porque ele é ácido!” Grande Mito!

Através de estudos prolongados, constatou-se que o uso do limão estimula a produção do carbonato de potássio no organismo, o que promove a neutralização de acidez do meio humoral. Apesar de no estado in natura a fruta ter como princípio ativo o poderoso ácido cítrico, este, em contato com o meio celular, é transformado durante o processo da digestão e se transforma em um alcalinizante, ou seja, neutraliza a acidez interna. Os seus diversos sais convertem-se em carbonatos e bicarbonatos de cálcio, potássio, os quais concorrem para acentuar positivamente a alcalinidade do sangue. Um dos efeitos notáveis do limão é, por exemplo, o de combater o ácido úrico – temível inimigo (tantas vezes letal) de muitos cidadãos quando chegam a uma idade mais “respeitável”.

Contém vitamina B1, B2 e B3, provitamina A (caroteno), que se encontra principalmente na casca e, vitamina A na polpa fresca e sumo.

É riquíssimo em vitamina C (40 a 50mg/100gr de fruto), que joga um papel inestimável nos fenômenos óxido-redutores, beneficiando, concomitantemente, o desempenho das glândulas endócrinas. Por essa razão, é indispensável a sua ingestão diária.

Realmente é uma ótima opção não só para o verão, mas para nossa vida! Está convencido? Acredito que sim! Então vamos juntos aproveitar todos esses benefícios!

 

Mônica R. Pohlenz Stolarski é Nutricionista – CRN8 6467

Especialista em Nutrição Clínica e Alimentação Institucional.

Atende no antigo Filadélfia
Rua Mato Grosso, 640 – Centro
Marechal Cândido Rondon-PR
Fone: (45) 3284-7100

O poder das vitaminas

Por: Mônica R. Pohlenz Stolarski *

 

As vitaminas são nutrientes essenciais para um bom funcionamento do organismo, pois evitam muitas doenças. Elas não são produzidas pelo organismo e, portanto, devem ser ingeridas pela alimentação ou suplementos. Se houver déficit ou excesso destes compostos podem surgir doenças que colocam em risco a saúde. Por isso é importante saber que na dose certa as vitaminas não oferecem perigo.

 

Temos duas classificações para elas, lipossolúveis e hidrossolúveis, dependendo de sua capacidade de solubilidade:

– As vitaminas A, D, E e K são lipossolúveis, pois são absorvidas juntamente com as gorduras da dieta e armazenadas no tecido adiposo e fígado.

– As vitaminas hidrossolúveis são as do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12) e C, são absorvidas pelo organismo em água e eliminadas pelo suor e pela urina.

 

A vitamina A garante a regeneração do pigmento da retina, responsável pela nossa visão em locais com pouca luz. Também é importante para o crescimento dos ossos e saúde da pele.

As do complexo B são consideradas fundamentais. São responsáveis pela manutenção da saúde mental e emocional do ser humano. Elas ajudam a produzir energia e criar novas células, e estão presentes em vários processos metabólicos do organismo.

Já a vitamina C, também chamada de ácido ascórbico, auxilia na síntese de colágeno e do material intracelular. Seus estudos também sempre estão associados com o aumento da imunidade e como antioxidante, para a captação de radicais livres.

Nossa pele é rica em uma substância chamada colecalciferol, porém, essa substância está adormecida. Quando nosso corpo entra em contato com os raios ultravioletas, essa substância inerte ganha sua forma ativa: a vitamina D. Ela passa a desempenhar seu papel muito importante em diversas funções no organismo, como por exemplo, evitar a osteoporose. Ela também é essencial para a manutenção da saúde dos nossos rins, glândulas, músculos, da imunidade e até mesmo para o sistema neurológico.

A vitamina E, também chamada de Alfa Tocoferol, apresenta um papel fundamental na proteção do organismo contra a ação oxidativa, está envolvida com processo metabólicos de eliminação de radicais livres.

A falta de vitamina K acarreta em ferimentos e sangramento excessivo, pois ela está ligada ao processo de coagulação sanguínea. Também ajuda a fixar a vitamina D nos ossos.

O difícil é manter uma alimentação que equilibre todas essas vitaminas. Na prática, nem sempre conseguimos esquematizar as refeições. No caso dos brasileiros, a grande maioria não absorve o total necessário de vitamina D e E, enquanto outros não consomem tudo o que precisariam de vitamina K.

Para ajudar a suprir essa carência existem os suplementos vitamínicos que podem ser indicados por médicos e nutricionistas, desde que o paciente apresente carência desses nutrientes devido a uma alimentação precária ou, ainda, problemas na absorção de nutrientes. Elas também são recomentadas para aqueles pacientes que precisam repor estas substâncias, devido a ação de alguma doença.

Por isso, é sempre bom consultar seu médico ou sua nutricionista para saber quais são as vitaminas que o seu corpo necessita.

 

Fonte: Revista Saúde (Edição#88 Dezembro de 2015).

 

FOTO: Reprodução

* Mônica R. Pohlenz Stolarski é nutricionista pós-graduada em nutrição clínica com ênfase em alimentação Institucional – CRN8 6467

Ela atende no Sempre Vida Consultórios

 

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Você faz um “café da manhã” adequado?

Durante o sono, somos sustentados por nossas reservas corporais de nutrientes. Para se ter uma ideia, o corpo consome cerca de 40 a 60 Quilocaloria por hora de sono.

O café da manhã é a refeição fundamental para despertar e garantir à energia necessária às atividades de cada um. Mas muitos brasileiros pulam essa parte, vão direto para o trabalho e “enganam o estômago” até a hora do almoço.

O café da manhã é um auxílio no controle do apetite para as próximas refeições do dia. Além disso, estimula o gasto de energia para digestão e absorção dos alimentos consumidos.

As pessoas devem tomar o café da manhã e é necessário que cuidem das quantidades e valorizem alimentos saudáveis para tal refeição.

Quando não comer o metabolismo ficará mais lento, pois o corpo tende a economizar energia por não saber “quando será a sua próxima refeição”. Isto é péssimo principalmente para quem quer emagrecer.

Pular o café pode piorar trabalhos durante a manhã por diminuir o desempenho intelectual e a resistência no caso de uma atividade física.

 

Os alimentos mais indicados para o consumo neste horário são basicamente:

  • Carboidratos: Pães, torradas, cereais matinais, bolachas e barrinhas de cereais (preferencialmente 1 a 2 tipos de alimentos deste grupo);
  • Para quem busca redução do peso cuidar com as quantidades e evitar os que apresentam maior adição de açúcar e gorduras principalmente os doces e recheados. Valorize produtos integrais.
  • Frutas: É importante que pelo menos uma opção de fruta esteja presente no café da manhã. Quanto maior a diversidade deste grupo, melhor o aproveitamento de vitaminas e minerais, os quais variam de fruta para fruta.
  • Leite e derivados (queijos e iogurtes): Ingira pelo menos 1 a 2 opções. Valorize as versões que são desnatadas.

 

DICA IMPORTANTE:

Os hábitos alimentares se formam quando o indivíduo ainda é pequeno, por isso é importante incentivar os menores a ampliar o paladar e provar várias opções de alimentos.

Na infância e na adolescência, o cálcio contribui para a formação de ossos mais fortes e resistentes, prevenindo a osteoporose e possíveis fraturas na vida adulta. Além disso, a substância participa de várias outras funções no organismo, como divisão celular, contração muscular e transmissão de impulsos nervosos. Naquela fase, portanto, as deficiências podem ser mais frequentes e suas consequências mais sérias.

 

Carla Freier é Nutricionista (CRN 6535/p) do Hospital Rondon.

 

Foto: Reprodução

Questão de atitude!!!

Com cada novo ano vêm as promessas: dar mais atenção aos filhos, iniciar uma academia, parar de fumar, emagrecer… enfim, sempre temos esta oportunidade, mas a época promete.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo psicólogo britânico Richard Wiselman em 2007, a maior parte das promessas se refere a área da saúde, mas apenas 10% conseguem cumpri-las.
Não é de agora, que sabemos que alimentos gordurosos, muito doces, industrializados em geral não trazem nenhum benefício à nossa saúde.
Mas deixar hábitos de lado nunca foi uma tarefa simples, muito menos fácil. Segundo a psicóloga Ivana Robalinho, isso acontece porque “mudar um pensamento significa alterar formas de pensar, sentir ou agir diante de alguma situação ou aspecto da vida”. Ivana ainda acrescenta que mudanças, em qualquer área, são muito importantes porque desafiam a pessoa a crescer, mas não se trata de algo confortável.
O Ministério da Saúde lançou em 2014, o Guia Alimentar para a população Brasileira, este parte do princípio de que comer é mais do que apenas ingestão de nutrientes, mas também mostra as dimensões sociais e culturais das práticas alimentares. Os principais tipos de alimentos recomendados são in natura, minimamente processados, como frutas, verduras e legumes.
Aderir a um regime balanceado e saudável sai até mais barato. Estudantes de nutrição de Brasília, compararam os preços: alimentos processados para as 4 refeições é de R$24,77, já 4 refeições saudáveis ficou 52,2% mais barato, totalizando R$11,84. Em um mês a diferença no orçamento é de R$ 378,90.
Mesmo sabendo que isso afeta o bolso, mudar os hábitos alimentares não é algo que acontece de um dia para o outro. O segredo para alcançar uma mudança, é manter se motivado durante todo o processo.
E aí quem vai encarar o desafio?

 

Oito atitudes saudáveis para o novo ano

1 – Beba água, a ingestão de água, provoca uma diurese maior, favorecendo a eliminação de toxinas.
2 – Tome sol, ele ativa a vitamina D no organismo, responsável pela fixação do cálcio e do ferro nos ossos;
3 – Alimente-se corretamente: uma boa alimentação influencia na disposição durante o dia, precisa ser leve e balanceada.
4 – Respire fundo, o oxigênio é fundamental para vida.
5 – Pratique exercício físico, pois este alivia o stress e a ansiedade, ajuda a produzir serotonina e a controlar o peso;
6 – Descanse: Dormir, além de gostoso e relaxante, também previne obesidade, hipertensão, depressão, fortalece a memória e aumenta o desempenho físico;
7 – Pratique a ‘’temperança’’, já diz o ditado que tudo o que é demais faz mal, assim a temperança se aplica à tudo: à alimentação, exercícios, ao trabalho, ao sono e até mesmo ao lazer;
8 – Confie em Deus, para ter saúde completa, a confiança em Deus é imprescindível. A crença em Deus e a saúde estão interligados, então, mais que acreditar Nele, é importante ter um relacionamento com Ele.