Incontinência Urinária

Conhecida popularmente como “urina solta”, a incontinência é caracterizada pela perda involuntária de urina da bexiga em situações impróprias. A incidência de incontinência urinária aumenta com a idade, e chega a atingir uma em cada quatro mulheres após a menopausa.
A maioria das pacientes são as que tiveram muitos filhos e idosas. Muitas mulheres tornam-se incontinentes após o parto ou da retirada do útero.
O sintoma é tão frequente que muitas vezes já se tornou comum ouvir frases como “isto é normal após o parto” ou “que faz parte do envelhecimento”. Assim, essas mulheres, ao invés de procurarem orientação médica especializada, contornam a situação recorrendo ao uso de absorvente íntimos, forros ou fraldas para manterem-se “secas”, quando na verdade trata-se de uma condição anormal e que tem tratamento.
Existe a Incontinência Urinária de Esforço, que acontece ao tossir, espirrar, correr, pular, erguer peso e a incontinência urinária de urgência, quando ocorre perda após um desejo forte e súbito de urinar. Pode-se apresentar ambos os tipos de incontinência ao mesmo tempo ou apenas um deles.
Existem várias causas diferentes para a incontinência urinária e o diagnóstico se faz pela história clínica detalhada do paciente, o exame físico e exames especializados.
O tratamento vai depender do tipo e das causas da incontinência urinária e nem sempre é feito por cirurgia. Dependendo do caso, pode ser realizada fisioterapia ou até uso de medicação.
Finalizando, deve-se lembrar que o tratamento para a incontinência urinária na mulher é baseado em um diagnóstico correto da causa principal e das associadas e que, portanto, cada caso deverá ser avaliado individualmente antes de se indicar qualquer tipo de tratamento.

 

Dr. Leandro de Britto é médico, especialista em Urologia – CRM 25839
Atende no Sempre Vida Consultórios, anexo a Uniclínicas
Rua Cabral, 920 – Centro
Marechal Cândido Rondon-PR
Fone: (45) 2031-0075

Levem seu filho adolescente ao Urologista

Do mesmo jeito que as meninas adolescentes, após a primeira menstruação, devem ser avaliadas por um ginecologista, seu filho adolescente também merece este tipo de acompanhamento.

A adolescência é uma época de transformação do organismo masculino e é muito importante acompanhar essas transformações. Esta é a hora do jovem aprender sobre a forma correta de higienizar sua genitália e se prevenir das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Além disso, é recomendável que ele aprenda a fazer a palpação dos testículos para saber se algo estranho está acontecendo, como por exemplo, veias dilatadas e o endurecimento dos testículos merecem uma avaliação do urologista.

Além de estabelecer um canal de comunicação com médico urologista, sem aquelas eventuais barreiras e ‘vergonhas’ que possam existir, há algumas doenças na adolescência que podem ser tratadas e evitar uma série de problemas futuros:

– simples fimose ou excesso de prepúcio (pele do pênis) – que interfere negativamente no início das atividades sexuais do garoto;

– varicocele – que pode influenciar negativamente a fertilidade quando ele for um adulto jovem, na época dos seus netos;

– alguns tumores de testículo ou atrofias (diminuição) dos mesmos.

As doenças sexualmente transmissíveis andam lado a lado com a atividade sexual. Provavelmente elas só desapareceriam se um dia acabassem as relações sexuais. Vocês talvez já tenham aprendido tudo sobre elas, mas pensem em seu filho adolescente. Não deixem que ele aprenda por “experiência própria” ou tenha um “professor” naquele amigo mais saidinho. Logo vocês, que têm se cuidado e investido tanto na educação deles, vão descuidar desse aspecto?

 

A prevenção é a chave do sucesso!

 

Dr. Leandro de Britto é médico, especialista em Urologia – CRM 25839

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