Você faz um “café da manhã” adequado?
Você faz um “café da manhã” adequado?

Você faz um “café da manhã” adequado?

Durante o sono, somos sustentados por nossas reservas corporais de nutrientes. Para se ter uma ideia, o corpo consome cerca de 40 a 60 Quilocaloria por hora de sono.

O café da manhã é a refeição fundamental para despertar e garantir à energia necessária às atividades de cada um. Mas muitos brasileiros pulam essa parte, vão direto para o trabalho e “enganam o estômago” até a hora do almoço.

O café da manhã é um auxílio no controle do apetite para as próximas refeições do dia. Além disso, estimula o gasto de energia para digestão e absorção dos alimentos consumidos.

As pessoas devem tomar o café da manhã e é necessário que cuidem das quantidades e valorizem alimentos saudáveis para tal refeição.

Quando não comer o metabolismo ficará mais lento, pois o corpo tende a economizar energia por não saber “quando será a sua próxima refeição”. Isto é péssimo principalmente para quem quer emagrecer.

Pular o café pode piorar trabalhos durante a manhã por diminuir o desempenho intelectual e a resistência no caso de uma atividade física.

 

Os alimentos mais indicados para o consumo neste horário são basicamente:

  • Carboidratos: Pães, torradas, cereais matinais, bolachas e barrinhas de cereais (preferencialmente 1 a 2 tipos de alimentos deste grupo);
  • Para quem busca redução do peso cuidar com as quantidades e evitar os que apresentam maior adição de açúcar e gorduras principalmente os doces e recheados. Valorize produtos integrais.
  • Frutas: É importante que pelo menos uma opção de fruta esteja presente no café da manhã. Quanto maior a diversidade deste grupo, melhor o aproveitamento de vitaminas e minerais, os quais variam de fruta para fruta.
  • Leite e derivados (queijos e iogurtes): Ingira pelo menos 1 a 2 opções. Valorize as versões que são desnatadas.

 

DICA IMPORTANTE:

Os hábitos alimentares se formam quando o indivíduo ainda é pequeno, por isso é importante incentivar os menores a ampliar o paladar e provar várias opções de alimentos.

Na infância e na adolescência, o cálcio contribui para a formação de ossos mais fortes e resistentes, prevenindo a osteoporose e possíveis fraturas na vida adulta. Além disso, a substância participa de várias outras funções no organismo, como divisão celular, contração muscular e transmissão de impulsos nervosos. Naquela fase, portanto, as deficiências podem ser mais frequentes e suas consequências mais sérias.

 

Carla Freier é Nutricionista (CRN 6535/p) do Hospital Rondon.

 

Foto: Reprodução

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